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	<title>Comentários sobre: MTST</title>
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	<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/</link>
	<description>Coletivo que tem como objetivo pensar e produzir conteúdo documental de maneira crítica e independente, integrando diversos formatos e narrativas.  Fundada pelos jornalistas e fotógrafos Leo Caobelli, Paulo Fehlauer e Rodrigo Marcondes, a Garapa tem explorado diversas tendências da produção audiovisual e online contemporânea.</description>
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		<title>Por: victor</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-2016</link>
		<dc:creator>victor</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 23:01:02 +0000</pubDate>
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		<description>quero saber qual &#233; o significado da bandeira do mtst </description>
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		<title>Por: Dia do Convidado &#8211; BNI &#8211; Adesão vs Grupo &#124; Desconto Campeão</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-1960</link>
		<dc:creator>Dia do Convidado &#8211; BNI &#8211; Adesão vs Grupo &#124; Desconto Campeão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 12:30:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] MTST  Image by Leo Caobelli video em: www.garapa.org/2009/01/mtst/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] MTST  Image by Leo Caobelli video em: <a href="http://www.garapa.org/2009/01/mtst/" rel="nofollow">http://www.garapa.org/2009/01/mtst/</a> [...]</p>
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		<title>Por: Galerias e Slideshow (DGC) &#171; Fotografia UFSM/FW</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-840</link>
		<dc:creator>Galerias e Slideshow (DGC) &#171; Fotografia UFSM/FW</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 22:46:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] MTST (em vídeo) Domingos (em video) Warrior Ink (em vídeo) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] MTST (em vídeo) Domingos (em video) Warrior Ink (em vídeo) [...]</p>
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		<title>Por: G1 explora formato multimídia para trabalhar com áudio + foto &#171; [ blog de photo ]</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-700</link>
		<dc:creator>G1 explora formato multimídia para trabalhar com áudio + foto &#171; [ blog de photo ]</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 11:50:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] não é novo e/ou original. Só para citar um exemplo, faço referência ao trabalho do Garapa, que há tempos vem impressionando com os seus projetos experimentais. De toda forma, dá um certo otimismo ver esse espírito transgressor invadir também a redação [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] não é novo e/ou original. Só para citar um exemplo, faço referência ao trabalho do Garapa, que há tempos vem impressionando com os seus projetos experimentais. De toda forma, dá um certo otimismo ver esse espírito transgressor invadir também a redação [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Slide Shows e Galeria de Fotos &#171; Fotografia UFSM/FW</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-587</link>
		<dc:creator>Slide Shows e Galeria de Fotos &#171; Fotografia UFSM/FW</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:06:50 +0000</pubDate>
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		<description>[...] MTST (em vídeo) Domingos (em video) Warrior Ink (em vídeo) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] MTST (em vídeo) Domingos (em video) Warrior Ink (em vídeo) [...]</p>
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		<title>Por: denise da veiga</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-467</link>
		<dc:creator>denise da veiga</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 05:29:34 +0000</pubDate>
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		<description>oi, edu! como te encontro? 
denise (sto amaro, 1983) </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi, edu! como te encontro?<br />
denise (sto amaro, 1983)</p>
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	<item>
		<title>Por: Maur&#237;cio Pitta</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-422</link>
		<dc:creator>Maur&#237;cio Pitta</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 02:35:06 +0000</pubDate>
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		<description>&#201; interessante esse tipo de pol&#237;tica: o governo evidenciando os mais fortes, os mais abastados. Ricos sobem, enquanto pobres, quando escalam a montanha social, escalam pouco. Por falta de for&#231;as. 
 
O burgu&#234;s, financiado pelo Estado, tem for&#231;as pra suportar uma crise. Na verdade, ele sabe que sempre vai estar na asa do intervencionismo estatal, por mais que seja - outrora - &#233;poca de liberalismo. Se sofre crise, o Estado afaga; depois, se rebela, at&#233; entrar em uma overdose novamente. E assim, c&#237;clicamente, ele se sustenta nesse capitalismo. O desfavorecido, sem-teto, sem-terra, morador de rua ou favela, n&#227;o tem uma m&#227;e estatal pra confortar, e quando tem, &#233;, na verdade, uma droga assistencialista viciante. Ele n&#227;o tem controle sobre a produ&#231;&#227;o, sobre o lucro, sobre a economia, e o que resta pra ele &#233; esperar que os governantes, a elite, se mova em prol dessa classe. 
 
Mas &#233; sabido que os governantes sempre est&#227;o aqu&#233;m do povo. Mesmo quando, no passado, eram de classes parecidas, esquecem e se corrompem com o poder e a posse. Pra quem est&#225; l&#225;, tudo parece bem. 
 
Mesmo para indiv&#237;duos como eu, da classe m&#233;dia, a crise n&#227;o parece abater tanto o nosso pa&#237;s. At&#233; sofrermos alguma catarse por projetos como esse fotojornalismo cr&#237;tico. Atrav&#233;s dessa combina&#231;&#227;o de manifesto e imagem, a gente se p&#245;e no lugar de quem realmente sofre com uma crise, com um abalo; de quem realmente precisa de auxilio. E enquanto n&#227;o for investido nisso, nessa base, n&#227;o pode se falar em alguma forma de &quot;justi&#231;a distributiva&quot; ou &quot;igualdade&quot; em terras tupiniquins. E em nenhum lugar do mundo onde impere essa gan&#226;ncia sangue azul. 
 
Parab&#233;ns pelo trabalho. &#211;timo jornalismo, excelente multim&#237;dia que chega a me dar inveja e at&#233; uma vontade de aprender fotografia, s&#243; pra se ter uma no&#231;&#227;o pequena desse olhar paralelo da sociedade. At&#233; linkei o site no meu blog. 
Abra&#231;os, 
Maur&#237;cio Pitta </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&Eacute; interessante esse tipo de pol&iacute;tica: o governo evidenciando os mais fortes, os mais abastados. Ricos sobem, enquanto pobres, quando escalam a montanha social, escalam pouco. Por falta de for&ccedil;as. </p>
<p>O burgu&ecirc;s, financiado pelo Estado, tem for&ccedil;as pra suportar uma crise. Na verdade, ele sabe que sempre vai estar na asa do intervencionismo estatal, por mais que seja &#8211; outrora &#8211; &eacute;poca de liberalismo. Se sofre crise, o Estado afaga; depois, se rebela, at&eacute; entrar em uma overdose novamente. E assim, c&iacute;clicamente, ele se sustenta nesse capitalismo. O desfavorecido, sem-teto, sem-terra, morador de rua ou favela, n&atilde;o tem uma m&atilde;e estatal pra confortar, e quando tem, &eacute;, na verdade, uma droga assistencialista viciante. Ele n&atilde;o tem controle sobre a produ&ccedil;&atilde;o, sobre o lucro, sobre a economia, e o que resta pra ele &eacute; esperar que os governantes, a elite, se mova em prol dessa classe. </p>
<p>Mas &eacute; sabido que os governantes sempre est&atilde;o aqu&eacute;m do povo. Mesmo quando, no passado, eram de classes parecidas, esquecem e se corrompem com o poder e a posse. Pra quem est&aacute; l&aacute;, tudo parece bem. </p>
<p>Mesmo para indiv&iacute;duos como eu, da classe m&eacute;dia, a crise n&atilde;o parece abater tanto o nosso pa&iacute;s. At&eacute; sofrermos alguma catarse por projetos como esse fotojornalismo cr&iacute;tico. Atrav&eacute;s dessa combina&ccedil;&atilde;o de manifesto e imagem, a gente se p&otilde;e no lugar de quem realmente sofre com uma crise, com um abalo; de quem realmente precisa de auxilio. E enquanto n&atilde;o for investido nisso, nessa base, n&atilde;o pode se falar em alguma forma de &quot;justi&ccedil;a distributiva&quot; ou &quot;igualdade&quot; em terras tupiniquins. E em nenhum lugar do mundo onde impere essa gan&acirc;ncia sangue azul. </p>
<p>Parab&eacute;ns pelo trabalho. &Oacute;timo jornalismo, excelente multim&iacute;dia que chega a me dar inveja e at&eacute; uma vontade de aprender fotografia, s&oacute; pra se ter uma no&ccedil;&atilde;o pequena desse olhar paralelo da sociedade. At&eacute; linkei o site no meu blog.<br />
Abra&ccedil;os,<br />
Maur&iacute;cio Pitta</p>
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	<item>
		<title>Por: Kenji Arimura</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-339</link>
		<dc:creator>Kenji Arimura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 17:36:11 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo trabalho! É o meu sonha fazer algo que tenha algum impacto sócio/político assim. O que vc está fazendo serve de grande inspriração. Obrigado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo trabalho! É o meu sonha fazer algo que tenha algum impacto sócio/político assim. O que vc está fazendo serve de grande inspriração. Obrigado</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Carvalho</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-335</link>
		<dc:creator>Carlos Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 12:42:12 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Leo

O Garapa está fazendo exatamente aquilo que venho tentando fazer há algum tempo(desde que a internet surgiu). Fotojornalismo, posicionamento e divulgação para um público amplo e diversificado. Em meus pequenos cursos de fotjornalismo sempre bato na tecla que não há como fazer fotojornalismo sem fazer jornalismo e que jornalismo é um instrumento que não pertence a ninguém, Folha, Veja. Estado Time etc.. É preciso dominar a técnica e ir buscar a informação. No caso do fotojornalismo, a fotografia de informação. Claro que todos queremos viver disso mas nunca foi fácil. O diferencial agora é que que existe essa incrível ferramenta que é a internet e isso vocês estão dominando como poucos. Estou super entusiasmado com essas possibilidades e as parcerias que são possíveis. Acredito que estamos em um terceiro estágio da linguagem fotojornalistica. Antes você tinha o fotojornalista solidário com as questões sociais mas atrelado aos interesses da empresa onde ele trabalhava. Depois veio o fotojornalista independente, livre dos interesses da empresa em que trabalhava mas carregando consigo sua bagagem cultural que inevitavelmente influencia seu olhar e sua forma de ver &quot;o outro&quot;. Agora surge a possibilidade desse fotojornalista partir para uma terceira etapa onde ele continua solidário mas trabalha em duas frentes. Buscar &quot;limpar&quot; seu olhar de sua carga cultural para se aproximar o máximo possível da realidade do &quot;outro&quot; que ele documenta, mas ao mesmo tempo oferece seu conhecimento para capacitar &quot;o outro&quot; e ajudá-lo a criar seu próprio olhar. É isso que está acontecendo nas periferias das grandes cidades. E nisso essa ferramenta web + Garapas da vida podem fazer um enorme diferencial. Acredito fortemente que nosso papel hoje, além de usar a web para fazer trabalhos como esses do Garapa, também é capacitar essas comunidades e formar uma rede não &quot;alternativa&quot; mas ATIVA, que ofereça um outro olhar, uma outra realidade e uma outra versão. Sim, rapaziada, informação é poder. E nesse campo não existe isenção. Há que se tomar uma posição, sem no entanto perder a ternura jamais.
Parabéns, cada vez mais sou fã do traalho de vocês.
abração
Carlos Carvalho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Leo</p>
<p>O Garapa está fazendo exatamente aquilo que venho tentando fazer há algum tempo(desde que a internet surgiu). Fotojornalismo, posicionamento e divulgação para um público amplo e diversificado. Em meus pequenos cursos de fotjornalismo sempre bato na tecla que não há como fazer fotojornalismo sem fazer jornalismo e que jornalismo é um instrumento que não pertence a ninguém, Folha, Veja. Estado Time etc.. É preciso dominar a técnica e ir buscar a informação. No caso do fotojornalismo, a fotografia de informação. Claro que todos queremos viver disso mas nunca foi fácil. O diferencial agora é que que existe essa incrível ferramenta que é a internet e isso vocês estão dominando como poucos. Estou super entusiasmado com essas possibilidades e as parcerias que são possíveis. Acredito que estamos em um terceiro estágio da linguagem fotojornalistica. Antes você tinha o fotojornalista solidário com as questões sociais mas atrelado aos interesses da empresa onde ele trabalhava. Depois veio o fotojornalista independente, livre dos interesses da empresa em que trabalhava mas carregando consigo sua bagagem cultural que inevitavelmente influencia seu olhar e sua forma de ver &#8220;o outro&#8221;. Agora surge a possibilidade desse fotojornalista partir para uma terceira etapa onde ele continua solidário mas trabalha em duas frentes. Buscar &#8220;limpar&#8221; seu olhar de sua carga cultural para se aproximar o máximo possível da realidade do &#8220;outro&#8221; que ele documenta, mas ao mesmo tempo oferece seu conhecimento para capacitar &#8220;o outro&#8221; e ajudá-lo a criar seu próprio olhar. É isso que está acontecendo nas periferias das grandes cidades. E nisso essa ferramenta web + Garapas da vida podem fazer um enorme diferencial. Acredito fortemente que nosso papel hoje, além de usar a web para fazer trabalhos como esses do Garapa, também é capacitar essas comunidades e formar uma rede não &#8220;alternativa&#8221; mas ATIVA, que ofereça um outro olhar, uma outra realidade e uma outra versão. Sim, rapaziada, informação é poder. E nesse campo não existe isenção. Há que se tomar uma posição, sem no entanto perder a ternura jamais.<br />
Parabéns, cada vez mais sou fã do traalho de vocês.<br />
abração<br />
Carlos Carvalho</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ilana Lichtenstein</title>
		<link>http://garapa.org/2009/01/mtst/comment-page-1/#comment-332</link>
		<dc:creator>Ilana Lichtenstein</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 02:05:58 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei mUITO de muitas fotos, e do PB bonito de tudo, 
e depois que vinha dizer so isso, assim no encanto, cai na rua de comentàrios: e numa que estou de prestar mais atençao à internet em movimento, li todos 
Dai foi: esse do Fernando mexeu bom, e a resposta do Paulo me deixa fã do garapa e do formato! Vamo que vamo, 
agora sem a fanzice boba mas no minimo deixando registro de que adoro o jeito de que, pra rolar a pagina e escrever, sempre vamos bater os olhos nos outros escritos! Salve!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei mUITO de muitas fotos, e do PB bonito de tudo,<br />
e depois que vinha dizer so isso, assim no encanto, cai na rua de comentàrios: e numa que estou de prestar mais atençao à internet em movimento, li todos<br />
Dai foi: esse do Fernando mexeu bom, e a resposta do Paulo me deixa fã do garapa e do formato! Vamo que vamo,<br />
agora sem a fanzice boba mas no minimo deixando registro de que adoro o jeito de que, pra rolar a pagina e escrever, sempre vamos bater os olhos nos outros escritos! Salve!</p>
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