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	<title>Comentários sobre: Por que &#8216;coletivo&#8217;, afinal?</title>
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	<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/</link>
	<description>Coletivo que tem como objetivo pensar e produzir conteúdo documental de maneira crítica e independente, integrando diversos formatos e narrativas.  Fundada pelos jornalistas e fotógrafos Leo Caobelli, Paulo Fehlauer e Rodrigo Marcondes, a Garapa tem explorado diversas tendências da produção audiovisual e online contemporânea.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Dec 2011 21:50:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Bruno Mancinelle</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-762</link>
		<dc:creator>Bruno Mancinelle</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 18:29:14 +0000</pubDate>
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		<description>Gosto muito dessa ideia de coletivo, e na minha opinião o trabalho fica muito mais completo e muito mais dinâmico. Hoje eu trabalho 24hs dentro de um coletivo e posso afirmar que tenho crescido muito e aprendido muito dentro do COLETIVO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito dessa ideia de coletivo, e na minha opinião o trabalho fica muito mais completo e muito mais dinâmico. Hoje eu trabalho 24hs dentro de um coletivo e posso afirmar que tenho crescido muito e aprendido muito dentro do COLETIVO.</p>
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		<title>Por: Rafael Hupsel</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-761</link>
		<dc:creator>Rafael Hupsel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 16:02:10 +0000</pubDate>
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		<description>Eu sinto falta de um coletivo pra mim! </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sinto falta de um coletivo pra mim!</p>
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	<item>
		<title>Por: Paulo Pereira</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-740</link>
		<dc:creator>Paulo Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 22:30:59 +0000</pubDate>
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		<description>Pegando carona no Zak e reafimrando o que disse anteriormente, &#233; isso ! &#201; s&#243; uma extens&#227;o do que j&#225; somos e por algum desvio de momento de mundo, foi apagado, gra&#231;as a super-produ&#231;&#227;o da individualidade implantada em nossa gera&#231;&#227;o, o que est&#225; acontencendo &#233; uma revolu&#231;&#227;o ! todo mundo cansado de ver que o tal individualismo n&#227;o rola. N&#227;o digo aqui que o fot&#243;grafo que ando solo esteja descartado, mesmo este, depende de algumas m&#227;os a mais - geralmente - para concluir suas obras, estejam elas na categoria que for. Estendo aqui o pensamento neste seguimento para salientar que todo conhecimento &#233; &#250;nico, cada qual possui o seu e o que nos torna coletivos &#233; a uni&#227;o destes conhecimentos todos na constru&#231;&#227;o de algo comum.  
Pensando em outras circunst&#226;ncias, tamb&#233;m n&#227;o acho legal essa moda de coletivos sem prop&#243;sitos, tudo bem que pode ser uma tend&#234;ncia de mundo que escorreu para o mercado - consequentemente e praticamente &#243;bvio - mas acredito que seja preciso pensar no que se est&#225; fazendo, oque se est&#225; construindo e n&#227;o somente se usar de um certo modismo, que deixo bem claro e sem rasga&#231;&#227;o, que n&#227;o acho que seja o caso do Garapa e muito menos da Cia de Foto. Os vejo como pioneiros no que fazem.  J&#225; s&#227;o a revolu&#231;&#227;o acontecendo frente aos nossos olhos !  
 </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pegando carona no Zak e reafimrando o que disse anteriormente, &eacute; isso ! &Eacute; s&oacute; uma extens&atilde;o do que j&aacute; somos e por algum desvio de momento de mundo, foi apagado, gra&ccedil;as a super-produ&ccedil;&atilde;o da individualidade implantada em nossa gera&ccedil;&atilde;o, o que est&aacute; acontencendo &eacute; uma revolu&ccedil;&atilde;o ! todo mundo cansado de ver que o tal individualismo n&atilde;o rola. N&atilde;o digo aqui que o fot&oacute;grafo que ando solo esteja descartado, mesmo este, depende de algumas m&atilde;os a mais &#8211; geralmente &#8211; para concluir suas obras, estejam elas na categoria que for. Estendo aqui o pensamento neste seguimento para salientar que todo conhecimento &eacute; &uacute;nico, cada qual possui o seu e o que nos torna coletivos &eacute; a uni&atilde;o destes conhecimentos todos na constru&ccedil;&atilde;o de algo comum.<br />
Pensando em outras circunst&acirc;ncias, tamb&eacute;m n&atilde;o acho legal essa moda de coletivos sem prop&oacute;sitos, tudo bem que pode ser uma tend&ecirc;ncia de mundo que escorreu para o mercado &#8211; consequentemente e praticamente &oacute;bvio &#8211; mas acredito que seja preciso pensar no que se est&aacute; fazendo, oque se est&aacute; construindo e n&atilde;o somente se usar de um certo modismo, que deixo bem claro e sem rasga&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o acho que seja o caso do Garapa e muito menos da Cia de Foto. Os vejo como pioneiros no que fazem.  J&aacute; s&atilde;o a revolu&ccedil;&atilde;o acontecendo frente aos nossos olhos !</p>
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	<item>
		<title>Por: carla</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-741</link>
		<dc:creator>carla</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 19:53:43 +0000</pubDate>
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		<description>um formigueiro &#233; algo que s&#243; acontece em coletivo 
uma fauna, uma constela&#231;&#227;o s&#227;o coletivos 
um organismo humano &#233; coletivo 
uma sala de aula &#233; coletiva 
uma equipe de cinema &#233; um empreendimento coletivo 
uma banda de m&#250;sica &#233; coletiva 
o teatro &#233; feito em coletivo  
a semana de arte moderna de 1922 
conceito esse que n&#227;o anula a singularidade do autor  
a autoria est&#225; presente em cada acontecimento coletivo  
o que tem de espec&#237;fico &#233; a fun&#231;&#227;o que cada parte ocupa no todo coletivo 
a modernidade nos emancipou dos absolutismos comunais 
o indiv&#237;duo ganhou posse de suas cria&#231;&#245;es 
tornou apto o labor de seus sentidos 
se ser coletivo &#233; assinar algo de modo coletivo 
deparamo-nos assim com uma lacuna 
a inexist&#234;ncia do autor  
a autoria deveria ser, portanto, coletiva? 
 
 
parece que  </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>um formigueiro &eacute; algo que s&oacute; acontece em coletivo<br />
uma fauna, uma constela&ccedil;&atilde;o s&atilde;o coletivos<br />
um organismo humano &eacute; coletivo<br />
uma sala de aula &eacute; coletiva<br />
uma equipe de cinema &eacute; um empreendimento coletivo<br />
uma banda de m&uacute;sica &eacute; coletiva<br />
o teatro &eacute; feito em coletivo<br />
a semana de arte moderna de 1922<br />
conceito esse que n&atilde;o anula a singularidade do autor<br />
a autoria est&aacute; presente em cada acontecimento coletivo<br />
o que tem de espec&iacute;fico &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o que cada parte ocupa no todo coletivo<br />
a modernidade nos emancipou dos absolutismos comunais<br />
o indiv&iacute;duo ganhou posse de suas cria&ccedil;&otilde;es<br />
tornou apto o labor de seus sentidos<br />
se ser coletivo &eacute; assinar algo de modo coletivo<br />
deparamo-nos assim com uma lacuna<br />
a inexist&ecirc;ncia do autor<br />
a autoria deveria ser, portanto, coletiva? </p>
<p>parece que</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leo Drumond</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-739</link>
		<dc:creator>Leo Drumond</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 19:01:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.garapa.org/?p=812#comment-739</guid>
		<description>Se &#233; coletivo ou individual, o mais importante de tudo &#233; a obra realizada. Ora, uma obra pode ser realizada por v&#225;rias m&#227;os, mas ter uma pessoa no comando (no caso de um diretor de cinema, pro exemplo) que vai assinar, assumir a autoria. Mesmo um fot&#243;grafo pode clicar auxiliado por diretores de arte, assistentes, tratadores de imagem, e considerar que a imagem &#233; dele, pois ele foi o coordenador do processo.  
 
Agora, se &#233; uma cria&#231;&#227;o coletiva de fato, onde pessoas ter&#227;o peso igual na cria&#231;&#227;o e realiza&#231;&#227;o, n&#227;o vejo nenhum problema em assinar em nome do coletivo. Creio que cada membro do coletivo deve pesar essa decis&#227;o individualmente (contradi&#231;&#227;o!). Num futuro pr&#243;ximo, caso algum deles siga outro caminho, ele ir&#225; mostrar os trabalhos em seus portf&#243;lio e dizer que foi respons&#225;vel por 1/3 daquela imagem? Isso pode gerar um problema?  
 
Acho que um caso a ser pensado &#233; caso os coletivos comecem a virar marcas, grifes, e n&#227;o realizadores de obras.  Deixar a autoria de lado em detrimento de uma marca de empresa, isso sim &#233; andar pra tr&#225;s. N&#227;o acho que seja o caso do Garapa. 
 
O caminho do Garapa &#233; uma caminho ousado, interessante. Com tanta produ&#231;&#227;o em t&#227;o pouco tempo, tenho certeza que est&#225; valendo a pena para os envolvidos. 
 
Um abra&#231;o, 
 
Leo Drumond </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se &eacute; coletivo ou individual, o mais importante de tudo &eacute; a obra realizada. Ora, uma obra pode ser realizada por v&aacute;rias m&atilde;os, mas ter uma pessoa no comando (no caso de um diretor de cinema, pro exemplo) que vai assinar, assumir a autoria. Mesmo um fot&oacute;grafo pode clicar auxiliado por diretores de arte, assistentes, tratadores de imagem, e considerar que a imagem &eacute; dele, pois ele foi o coordenador do processo.  </p>
<p>Agora, se &eacute; uma cria&ccedil;&atilde;o coletiva de fato, onde pessoas ter&atilde;o peso igual na cria&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o vejo nenhum problema em assinar em nome do coletivo. Creio que cada membro do coletivo deve pesar essa decis&atilde;o individualmente (contradi&ccedil;&atilde;o!). Num futuro pr&oacute;ximo, caso algum deles siga outro caminho, ele ir&aacute; mostrar os trabalhos em seus portf&oacute;lio e dizer que foi respons&aacute;vel por 1/3 daquela imagem? Isso pode gerar um problema?  </p>
<p>Acho que um caso a ser pensado &eacute; caso os coletivos comecem a virar marcas, grifes, e n&atilde;o realizadores de obras.  Deixar a autoria de lado em detrimento de uma marca de empresa, isso sim &eacute; andar pra tr&aacute;s. N&atilde;o acho que seja o caso do Garapa. </p>
<p>O caminho do Garapa &eacute; uma caminho ousado, interessante. Com tanta produ&ccedil;&atilde;o em t&atilde;o pouco tempo, tenho certeza que est&aacute; valendo a pena para os envolvidos. </p>
<p>Um abra&ccedil;o, </p>
<p>Leo Drumond</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Andr&#233; Teixeira</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-738</link>
		<dc:creator>Andr&#233; Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 18:19:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.garapa.org/?p=812#comment-738</guid>
		<description>Sauda&#231;&#245;es!  
 
Tenho uma sugest&#227;o bibliogr&#225;fica: 
 
&quot;A emo&#231;&#227;o e a regra&quot;, de Domenico de Masi.  
 
S&#227;o estudos sobre importantes COLETIVOS dos s&#233;culos XIX e XX, nos EUA e Europa. Esse link &lt;a href=&quot;http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP1998_ART185.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP1998_AR...&lt;/a&gt; apresenta um bom texto sobre o livro. S&#227;o v&#225;rios Coletivos (Bauhaus, Dr Manhattan, Esta&#231;&#227;o Zool&#243;gica de N&#225;poles, etc). 
 
Quem n&#227;o quiser comprar novo tem UM COLETIVO DE SEBOS, o Estante Virtual: &lt;a href=&quot;http://www.estantevirtual.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.estantevirtual.com.br/&lt;/a&gt; , geralmente com pre&#231;os BEM MAIS em conta. 
 
GRANDE abra&#231;o! 
 
Andr&#233; Teixeira </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sauda&ccedil;&otilde;es!  </p>
<p>Tenho uma sugest&atilde;o bibliogr&aacute;fica: </p>
<p>&quot;A emo&ccedil;&atilde;o e a regra&quot;, de Domenico de Masi.  </p>
<p>S&atilde;o estudos sobre importantes COLETIVOS dos s&eacute;culos XIX e XX, nos EUA e Europa. Esse link <a href="http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP1998_ART185.pdf" target="_blank">http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP1998_AR&#8230;</a> apresenta um bom texto sobre o livro. S&atilde;o v&aacute;rios Coletivos (Bauhaus, Dr Manhattan, Esta&ccedil;&atilde;o Zool&oacute;gica de N&aacute;poles, etc). </p>
<p>Quem n&atilde;o quiser comprar novo tem UM COLETIVO DE SEBOS, o Estante Virtual: <a href="http://www.estantevirtual.com.br/" target="_blank">http://www.estantevirtual.com.br/</a> , geralmente com pre&ccedil;os BEM MAIS em conta. </p>
<p>GRANDE abra&ccedil;o! </p>
<p>Andr&eacute; Teixeira</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: zak moreira</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-737</link>
		<dc:creator>zak moreira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 00:08:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.garapa.org/?p=812#comment-737</guid>
		<description>Gente, 
n&#243;s vivemos em coletividade. Passamos toda a nossa vida, construindo, desconstruindo, reconfigurando, criando estrat&#233;gias. Tudo para nos relacionarmos da forma mais viva com o mundo. O trabalho, pensamento, produ&#231;&#227;o, enfim, vida em coletivo, &#233; apenas uma extens&#227;o do que somos: pessoas em relacionamento constante com o mundo em que vivemos. Fa&#231;o parte de um coletivo aqui em Aracaju, estamos come&#231;ando mesmo, ainda quebrando um tant&#227;o a cabe&#231;a pra sentirmos o funcionamento desse organismo vivo que escolhemos trabalhar juntos: Trotamundos Coletivo. 
Posso dizer que, com certeza, &#233; um trabalho herc&#250;leo constante, mas dividir/multiplicar esfor&#231;os/resutados sempre nos traz uma sensa&#231;&#227;o muito boa na constru&#231;&#227;o dos nossos projetos. 
Vida longa ao Garapa, por suas espetadas no lugar-comum. 
abra&#231;&#227;o 
Zak </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gente,<br />
n&oacute;s vivemos em coletividade. Passamos toda a nossa vida, construindo, desconstruindo, reconfigurando, criando estrat&eacute;gias. Tudo para nos relacionarmos da forma mais viva com o mundo. O trabalho, pensamento, produ&ccedil;&atilde;o, enfim, vida em coletivo, &eacute; apenas uma extens&atilde;o do que somos: pessoas em relacionamento constante com o mundo em que vivemos. Fa&ccedil;o parte de um coletivo aqui em Aracaju, estamos come&ccedil;ando mesmo, ainda quebrando um tant&atilde;o a cabe&ccedil;a pra sentirmos o funcionamento desse organismo vivo que escolhemos trabalhar juntos: Trotamundos Coletivo.<br />
Posso dizer que, com certeza, &eacute; um trabalho herc&uacute;leo constante, mas dividir/multiplicar esfor&ccedil;os/resutados sempre nos traz uma sensa&ccedil;&atilde;o muito boa na constru&ccedil;&atilde;o dos nossos projetos.<br />
Vida longa ao Garapa, por suas espetadas no lugar-comum.<br />
abra&ccedil;&atilde;o<br />
Zak</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ubiratan Oliveira</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-736</link>
		<dc:creator>Ubiratan Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 23:54:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.garapa.org/?p=812#comment-736</guid>
		<description>&quot;Talvez o coletivo tenha sido uma forma de compensarmos as nossas fraquezas&quot; 
Paulo, 
Acho que essa sua frase resume bastante o que penso de um coletivo. 
Receber os louros de um trabalho solo pode fazer bem ao ego... o ruim &#233; comemorar no boteco sozinho. 
Abra&#231;os </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Talvez o coletivo tenha sido uma forma de compensarmos as nossas fraquezas&quot;<br />
Paulo,<br />
Acho que essa sua frase resume bastante o que penso de um coletivo.<br />
Receber os louros de um trabalho solo pode fazer bem ao ego&#8230; o ruim &eacute; comemorar no boteco sozinho.<br />
Abra&ccedil;os</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Carvalho</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-735</link>
		<dc:creator>Carlos Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 23:28:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.garapa.org/?p=812#comment-735</guid>
		<description>Mengoooooooooooooooooooooooooooooo!!!!! o maior coletivo do Brasillllllllllllllzilll zilll zillll!!!!!! (foi meio vergonhoso, mas tudo bem n&#233; galera!!!) 
Paulo, assino em baixo, rodrigo, assino em baixo....beijos e abra&#231;os!! </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mengoooooooooooooooooooooooooooooo!!!!! o maior coletivo do Brasillllllllllllllzilll zilll zillll!!!!!! (foi meio vergonhoso, mas tudo bem n&eacute; galera!!!)<br />
Paulo, assino em baixo, rodrigo, assino em baixo&#8230;.beijos e abra&ccedil;os!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: rodrigo marcondes</title>
		<link>http://garapa.org/2009/12/por-que-coletivo-afinal/comment-page-1/#comment-734</link>
		<dc:creator>rodrigo marcondes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 22:34:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.garapa.org/?p=812#comment-734</guid>
		<description>Nossa, vou perder 10 minutos do meu domingo ressacoso nessa discuss&#227;o que tamb&#233;m j&#225; me cansou completamente!  
Concordo com quem fala que n&#227;o tem o menor cabimento tentar colocar em termos de &quot;melhor&quot; ou &quot;pior&quot; trabalhar com coletivo ou n&#227;o. Gente, pela cent&#233;sima vez: cada um sabe o que &#233; melhor pra si... Cada grupo ou indiv&#237;duo tem o direito (ou dever) de organizar e realizar seu trabalho da maneira que lhe for mais adequado. Caraca, n&#227;o tem cooperativa de catador de lixo? N&#227;o tem catador de lixo &quot;independente&quot;? Algu&#233;m j&#225; viu catadores de lixo discutindo e divergindo em torno do tema?! Ent&#227;o, qual &#233; o dilema afinal?! 
Tem trabalho bom de fotografia no Brasil pra cacete nos dias de hoje. Tem trabalho bom de coletivo, tem trabalho bom de fot&#243;grafos solo, tem trabalho bom de gente que trabalha em jornal, de gente que n&#227;o trabalha em jornal... Tem trabalho bom de fotografia de gente que nem fot&#243;grafo profissional &#233;! 
Agora, pra onde nos leva essa discuss&#227;o? &#201; punheta intelectual a parada?? Quando parece que estamos entrando num acordo come&#231;a tudo outra vez... Por Diooooosss!! heheheh 
Cl&#237;cio, concordo contigo: a est&#243;ria n&#227;o &#233; nova mesmo! Voc&#234; deu um exemplo, temos outro na Casa da Rufino em Fortaleza, que na d&#233;cada de 70 (ou 80... o Ed me mata!!) foi uma esp&#233;cie de coletivo fotogr&#225;fico que trabalhava de uma maneira bastante parecida com a que a gente trabalha hj na Garapa (talvez at&#233; um pouco mais radical!). Isso sem pensar em movimentos musicais, liter&#225;rios, art&#237;sticos... N&#227;o tem realmente NADA de novo nisso... Ent&#227;o n&#227;o deve ter crise mesmo, n&#233; n&#227;o?!? 
Novamente, acho que a gente t&#225; vivendo um momento especial para a produ&#231;&#227;o fotogr&#225;fica neste pa&#237;s. Ontem, por exemplo, nas leituras de portif&#243;lio do PHE tinha mais brasileiro que qualquer outra nacionalidade. Todos grandes fot&#243;grafos, independentemente de trabalharem &quot;coletivamente&quot; ou &quot;individualmente&quot;. Todos muito generosos, com um comportamento de troca de conhecimento valoroso e bonito... Todos amigos, conhecidos, companheiros de discuss&#245;es conceituais e de bobagens de mesa de bar. N&#227;o t&#244; nem a&#237; se o Breno assina Breno ou Rota (n&#227;o resisti `a piada, Brenos!!), se o Castilho trabalha sozinho ou se desenvolve projetos com o Pedro David e o Pedro Motta, se a CIA assina Pio, Rafa, Jo&#227;o ou Carol... O que me admira &#233; ver aquele monte de trabalho lindo sendo produzido e oferecido  pro mundo... Aquele monte de gente vivendo do que e para o que ama fazer. 
No final da noite de ontem, na qual levamos os estrangeiros da leitura de portif&#243;lio para uma festinha de confraterniza&#231;&#227;o, a Dafne, fot&#243;grafa argentina, me confessou estar surpresa com a maneira como foi recebida pelos brasileiros do &quot;encontro&quot;(os coletivos e os n&#227;o coletivos!!!). Surpresa com o carinho que temos uns pelos outros e pela disposi&#231;&#227;o em trabalhar em conjunto, em dividir e cuidar deles (os estrangeiros) e uns dos outros. Isso pra mim &#233; o porque de ser &quot;coletivo&quot;... 
Falei! 
Bjos a todos 
Rodrigo </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa, vou perder 10 minutos do meu domingo ressacoso nessa discuss&atilde;o que tamb&eacute;m j&aacute; me cansou completamente!<br />
Concordo com quem fala que n&atilde;o tem o menor cabimento tentar colocar em termos de &quot;melhor&quot; ou &quot;pior&quot; trabalhar com coletivo ou n&atilde;o. Gente, pela cent&eacute;sima vez: cada um sabe o que &eacute; melhor pra si&#8230; Cada grupo ou indiv&iacute;duo tem o direito (ou dever) de organizar e realizar seu trabalho da maneira que lhe for mais adequado. Caraca, n&atilde;o tem cooperativa de catador de lixo? N&atilde;o tem catador de lixo &quot;independente&quot;? Algu&eacute;m j&aacute; viu catadores de lixo discutindo e divergindo em torno do tema?! Ent&atilde;o, qual &eacute; o dilema afinal?!<br />
Tem trabalho bom de fotografia no Brasil pra cacete nos dias de hoje. Tem trabalho bom de coletivo, tem trabalho bom de fot&oacute;grafos solo, tem trabalho bom de gente que trabalha em jornal, de gente que n&atilde;o trabalha em jornal&#8230; Tem trabalho bom de fotografia de gente que nem fot&oacute;grafo profissional &eacute;!<br />
Agora, pra onde nos leva essa discuss&atilde;o? &Eacute; punheta intelectual a parada?? Quando parece que estamos entrando num acordo come&ccedil;a tudo outra vez&#8230; Por Diooooosss!! heheheh<br />
Cl&iacute;cio, concordo contigo: a est&oacute;ria n&atilde;o &eacute; nova mesmo! Voc&ecirc; deu um exemplo, temos outro na Casa da Rufino em Fortaleza, que na d&eacute;cada de 70 (ou 80&#8230; o Ed me mata!!) foi uma esp&eacute;cie de coletivo fotogr&aacute;fico que trabalhava de uma maneira bastante parecida com a que a gente trabalha hj na Garapa (talvez at&eacute; um pouco mais radical!). Isso sem pensar em movimentos musicais, liter&aacute;rios, art&iacute;sticos&#8230; N&atilde;o tem realmente NADA de novo nisso&#8230; Ent&atilde;o n&atilde;o deve ter crise mesmo, n&eacute; n&atilde;o?!?<br />
Novamente, acho que a gente t&aacute; vivendo um momento especial para a produ&ccedil;&atilde;o fotogr&aacute;fica neste pa&iacute;s. Ontem, por exemplo, nas leituras de portif&oacute;lio do PHE tinha mais brasileiro que qualquer outra nacionalidade. Todos grandes fot&oacute;grafos, independentemente de trabalharem &quot;coletivamente&quot; ou &quot;individualmente&quot;. Todos muito generosos, com um comportamento de troca de conhecimento valoroso e bonito&#8230; Todos amigos, conhecidos, companheiros de discuss&otilde;es conceituais e de bobagens de mesa de bar. N&atilde;o t&ocirc; nem a&iacute; se o Breno assina Breno ou Rota (n&atilde;o resisti `a piada, Brenos!!), se o Castilho trabalha sozinho ou se desenvolve projetos com o Pedro David e o Pedro Motta, se a CIA assina Pio, Rafa, Jo&atilde;o ou Carol&#8230; O que me admira &eacute; ver aquele monte de trabalho lindo sendo produzido e oferecido  pro mundo&#8230; Aquele monte de gente vivendo do que e para o que ama fazer.<br />
No final da noite de ontem, na qual levamos os estrangeiros da leitura de portif&oacute;lio para uma festinha de confraterniza&ccedil;&atilde;o, a Dafne, fot&oacute;grafa argentina, me confessou estar surpresa com a maneira como foi recebida pelos brasileiros do &quot;encontro&quot;(os coletivos e os n&atilde;o coletivos!!!). Surpresa com o carinho que temos uns pelos outros e pela disposi&ccedil;&atilde;o em trabalhar em conjunto, em dividir e cuidar deles (os estrangeiros) e uns dos outros. Isso pra mim &eacute; o porque de ser &quot;coletivo&quot;&#8230;<br />
Falei!<br />
Bjos a todos<br />
Rodrigo</p>
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