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subjetivo | Leo Caobelli

acordar

Acordar em Copacabana é uma experiência…
To achando que esse blog tem que virar videolog de viagens.
rio2blog

Genrosidade e web

“A revolution doesn’t happen when society adopts new tools, it happens when society adopts new behaviours”

A frase aí de cima é de Clay Shirky da New York University e está logo no começo de Us Now, documentário da inglesa Banyak sobre projetos colaborativos na internet, entre eles: couchsurfing, mumsnet e o banco Zopa, esse último um banco coletivo de empréstimo de dinheiro entre pessoas!

E o que isso tem a ver com o Paraty em Foco e essa blogosfera?

Muito!

A idéia do documentário é a de dichavar esses novos processos online de coletividade e colaboração, mostrando que o século XX foi uma anomalia na história humana na qual o individualismo esteve acima de qualquer interesse comum e produziu crises de identidade sociais, além de fazer ricos os laboratórios especializados em anti-depressivos.

A grande “inovação” do século XXI? A utilização da web como ferramenta de aproximação de pessoas por meio de suas semelhanças, recomendações e compartilhamento de conhecimento.

E assim chegamos ao motivo do post por aqui, já que nosso objetivo é o de construir uma plataforma colaborativa e que distribua conteúdo de forma a trocar conhecimento entre quem lê e quem escreve.

Se tiverem uma horinha disponível na agenda, dêem um play ai embaixo, ou optem pela versão legendada aqui.


Pega ladrão!

No final do ano passado tive algumas boas e esclarecedoras conversas sobre fotografia. Lembro bem do almoço com Carlos Carvalho, falando sobre Festfoto, coletividade e documentarismo.

Já no começo desse ano, dia 05 pra ser mais preciso, eu e o Rodrigo sentamos pra conversar sobre nossas angústias e buscas fotográficas e, coincidentemente, estávamos no mesmo vale.

Ontem encontrei o gUi Mohallem (não errei a grafia!) para uns copos rápidos no cbzinho e novamente a fotografia, como a concebemos, aonde ela nos afeta e em que lugar ela nos faz nortear a nós mesmos, foram a tônica de 4 horas de assunto.

Pois bem, Carlos me fez dichavar o conceito de coletivo que temos na Garapa, como pensamos o afazer fotográfico em grupo, porém mantendo a autoria. As idéias da conversa repercutiram no blog de Simonetta, onde o “wikiblogismo” se fez presente em uma cascata de comentários. Essas informações intercruzadas me fizeram questionar a autoria coletiva, tanto debatida, mas encontrando pontos interesantíssmos como - embora meu trabalho pressuponha coletividade - preciso estar sozinho, com o objeto fotografado, para comecar a compreendê-lo.

Já na conversa com o Rodrigo aquestão central foi pra onde vai e deonde vem essa fotografia que fazemos? É ilógico pensar que, no momento do clique, temos 100% de consciência do que estamos fazendo, como se fossemos senhores da imagem a ser captada. Porém, a falta de controle absulto não pressupõe descontrole e aí o caminho começa a ficar engenhoso… nos colocamos como crianças pequenas que não podem e nem devem abandonar a idade dos porquês. Porquês esses interrogativos, já que os “parce que, car, puisque e comme” da vida parecem cada vez mais distantes.

Com o gUi trocamos relatos sobre a digitalidade de nossa produção e em como tentamos frear a velocidade com que as imagens nos aparecem. Pareceu-me uma boa fórmula não baixar os cartões da câmera de imediato, assim como desligar o instant view do LCD, e tratar um Compact Flash com o carinho que tratava meus tri-x, dando a ele o tempo de maturação que faria com que, no dia seguinte, revelado - ele se mostrasse vaidoso em folha de contato. Com o digital a saída é mais simples, basta deixar o CF fotografado do lado do computador por um dia e abri-lo no dia seguinte. 24 horas são tempo suficiente para limpar um pouco do universo imagético de um ensaio da cabeça e abrir a possibilidade de se surpreender com o fotografado.

Pois chego em casa e o gUi manda um link para falar da primorosa Muzi Quawson. A referência inicial era o blog de Liz Kuball de onde me caiu a pérola abaixo. Um texto do diretor Jim Jarmush falando sobre referências e nosso instinto psicótico de busca por originalidade.

Liz Kuball

Liz Kuball

A partir do próximo post começo a colocar aqui as referências que fizeram de 2008 um grande ano de preparação.

Artismo

Pois bem, voltei!

E voltei porque lembrei de algo importante: Saltimbancos! Porém, para reforçar minha identidade desconexa, não vou escrever sobre eles agora - mas sim tentar conduzir o pensamento, dessa vez textualmente, da mesma maneira que fui levado a pensar no jumento.

Vejam que agora é 2009, essa coisa do ano que começa e que já se apropriaram comercialmente da cacofania dizendo que é um ano de inovação. Se é verdade, também quero inovar. Por inovação entendo que padecemos quase jazindo, uma vez que, nos afazeres da fotografia - campo ao qual dedico a maioria do meu tempo - isso vem faltando na esfera do que chamam “publicável”.

Os periódicos nacionais, de papel ou online, fotograficamente estão a cada dia pior. É quase impossível ver alguma pauta que realmente necessite estar impressa. O jornalismo se prendeu tanto a esfera comercial que virou tablóide de bairro. A Folha poderia se chamar Correio Higienópolis & Região, já que nada que fuja muito desse CEP recebe atenção. O Estadão não foge a regra e assim vamos indo a falência da imprensa como algo investigativo, apurativo, produtor de conteúdo e vejam que nem quis colocar o adjetivo independente - já que não estou em um dia de muitas piadas.

Daí penso, ok, cansei (de novo) desse jornalismo pobre, de foto de trânsito na marginal em volta de feriado, em gastronomia do Itaim Bibi, idéias mirabolantes de imagens para a reforma ortográfica… Mas o alguel chegou, tenho que pagar e pago fotografando. Mas fotografar o quê?

Há anos me falta saco pra publicidade, diretor de arte, repetição de layout, refação porque deu brilhozinho no canto inferior esquerdo… sim, ali na borda, na dobrinha que ninguém vê!

E o aluguel ali, pulando seus 4 dígitos!

O que sobra então? Diz ai…

E o jumento emenda:

“Pois é, onde é que eu estava mesmo?…Ah! Estava indo pra cidade. E fazer o que na cidade? Bom, eu pensava que quando alguém não sabe fazer mais nada, mais nada mesmo na vida hoje em dia pode virar artista”.

Nikon, Hitler e impossibilidades

Sim, está quase impossível atualizar o blog fazendo as mil coisas de final de ano.

Para um blog de verdade, veja: www.garapa.org/coletivos

Lá estamos atualizando diariamente, cobrindo o início do Encontro de Coletivos que inaugura hoje. Ou seja, isso mais os mil planos de dominar o mundo em 2009 estão acabando com meu tempo pra postar por aqui, mas como recebi uma mensagem diretamente do terceiro Reich, devo repassá-la:

Mais um que deve largar a Nikon!

Janela

São Paulo, às vezes, fica mais bonita na moldura do passageiro.

Feito entre uma pauta e outra.

Dos achados

A primeira vez que ouvi o live at the sin-e do Jeff Buckley fiquei me perguntando como me dizia músico sem ter ouvido aquilo por tanto tempo.

Daí há alguns dias me caiu uma dessas descobertas… essas coisas que te tiram do lugar comum, dão um sopro de melodia, de simplicidade… enfim, te deixam bem pequeno… quase do tamanho que se nasce.

Bonnie “Prince” Billy

E pra não esquecer que um dos focos desse blog é fotografia:
Tem esse ensaio no flickr do mais que competente Eugênio Vieira - que fotografou o cara.

Alvarez and the caves

Nunca fui um cara de natureza. Tentei surfar durante um tempo  já que, por mais que Porto Alegre não tivesse praias, era quase uma regra tentar surfar pra tentar ser cool… eu não consegui nenhuma das duas coisas. As ecoadventures então… pensei em fazer Rafting em Três Coroas, mas o pensamento me cansou.

Trauma de menino urbano, criado no asfalto, que nunca jogou muita bola e o único esporte de verdade era andar de skate (e tentando de novo, quase beirando os 30!).

Mas o material do Stephen Alvarez, além de plasticamente incrível, é sensorial - preenche a tela com os sons e cheiros do lugar sem usar de muitos recursos além da fotografia.

Earth From Below from Stephen Alvarez on Vimeo.

Acho que quero ir numa caverna.

Sobre o sono de segunda, versões e originalidade.

Pois ontem dormi virtualmente.

Não quis entrar no blog, escrever, parir.

O hiato necessário, a espera, uma pausa. Alguma coisa que traga alguma coisa e que assim vá… essa história de deitar o oito, sempre.

E acabei, no meio disso tudo, ouvindo cds antigos, tirando poeira de muita coisa que nem lembrava… de repente o Jeff grita algo e tem um grupo de 8 pessoas que, se gritam, ouço: Jeff Buckley, Thom Yorke, Nick Drake, David Bazan, Damien Rice, Vitor Ramil, Elliott Smith e Rodrigo Amarante. (prometo uma postagem da lista feminina)

Poucas coisas batem forte como essa matemática do infinito e dela me vem muitas coisas, desde trilhas até lampejos de brilhantismo, passando claro, pelas portas da iluminação - sem nunca ter entrado por lá. Veja bem, eu tenho um pouco de fotofobia, mas não consigo usar óculos escuros… que sina.

Mas o Jeff gritou Hallelujah e deu eco. Me fez lembrar do Top que fazemos na Garapa com as 3 melhores fotos da semana. E foi assim a sequência musical: Jeff Buckley, David Bazan e Damien Rice… tudo em Hallelujah.

E claro que depois disso era necessário ouvir o Leonard Cohen e entender porque o Canadá é tão Canadá.

Do que ainda acredito

Ontem foi dia de janta-reunião da Garapa.

Planos pra 2009, retrospectiva de 2008, análises, discussões e um pouco de fotografia. Em algum momento, naturalmente, tudo descamba para política e assisti, ainda terminando meu prato de risoto de lula, a uma calorosa discussão entre Paulo e Digão sobre nossos “registros” para o blog nikecorre.com

A jante terminou, cada um foi pra sua casa e eu fiquei pensando sobre política, sobre engajamento, sobre envolvimento em alguma coisa. Sobre a coragem inocente e ingênua de achar que podemos mudar qualquer coisa e sobre o niilismo cômodo de deixar como se é, já que se acaba.

Em pensamentos mil sobre crenças, racionalismo e emotividade, lembrei de algo que ainda acredito, seja racional ou emotivamente.

Assim, sentei no sofá com a Mari e com a Michele para assistir ao Walking, animação do canadense Ryan Larkin em 1968. Poucas coisas ainda me fazem babar como a primeira vez.



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