Ontem foi dia de janta-reunião da Garapa.
Planos pra 2009, retrospectiva de 2008, análises, discussões e um pouco de fotografia. Em algum momento, naturalmente, tudo descamba para política e assisti, ainda terminando meu prato de risoto de lula, a uma calorosa discussão entre Paulo e Digão sobre nossos “registros” para o blog nikecorre.com
A jante terminou, cada um foi pra sua casa e eu fiquei pensando sobre política, sobre engajamento, sobre envolvimento em alguma coisa. Sobre a coragem inocente e ingênua de achar que podemos mudar qualquer coisa e sobre o niilismo cômodo de deixar como se é, já que se acaba.
Em pensamentos mil sobre crenças, racionalismo e emotividade, lembrei de algo que ainda acredito, seja racional ou emotivamente.
Assim, sentei no sofá com a Mari e com a Michele para assistir ao Walking, animação do canadense Ryan Larkin em 1968. Poucas coisas ainda me fazem babar como a primeira vez.