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	<title>Garapa &#187; Amazônia</title>
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	<description>Coletivo que tem como objetivo pensar e produzir conteúdo documental de maneira crítica e independente, integrando diversos formatos e narrativas.  Fundada pelos jornalistas e fotógrafos Leo Caobelli, Paulo Fehlauer e Rodrigo Marcondes, a Garapa tem explorado diversas tendências da produção audiovisual e online contemporânea.</description>
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		<title>Segunda parada: Amazonas</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Garapa</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Postar do Amazonas não foi possível (Paulo falando); a conexão dos hotéis era ruim, pior ainda no interior do estado. O lado bom disso é que a viagem me permitiu desacelerar, sair do ritmo caótico paulistano e deixar o clima amazônico (quente, por sinal) me envolver. </p>
<p>Em Manaus, conversamos com Manoel da Cunha, seringueiro. Em seguida, partimos para Coari, no interior, e de lá seguimos pelo Solimões a caminho de duas comunidades no <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&#038;source=s_q&#038;hl=en&#038;geocode=&#038;q=lago+mami%C3%A1,+amazonas&#038;sll=-4.084882,-63.141709&#038;sspn=5.750816,7.23999&#038;g=coari+-+am&#038;ie=UTF8&#038;hq=&#038;hnear=Lago+Mami%C3%A1&#038;ll=-3.436658,-61.105957&#038;spn=5.755071,7.23999&#038;t=h&#038;z=7">lago Mamiá</a>. Viajar de barco pela imensidão amazônica é uma experiência que recomendo a todos.</p>
<p>De Coari, voltamos a Manaus em uma viagem que durou cerca de 20 horas (um trecho feito em uma hora de avião) em um barco &#8220;hotel&#8221; (aqueles em que as pessoas penduram suas redes). Foi ali que o tempo parou, fez refletir; dali surgiu a série de estudos abaixo, uma série sobre o tédio.</p>
<p>Tédio, nesse caso, não tem sentido pejorativo, mas o oposto disso.</p>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="360" data="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=71377" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"><param name="flashvars" value="intl_lang=en-us&#038;photo_secret=03fd8853c9&#038;photo_id=4034038051&#038;flickr_show_info_box=true&#038;hd_default=false"></param><param name="movie" value="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=71377"></param><param name="bgcolor" value="#000000"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=71377" bgcolor="#000000" allowfullscreen="true" flashvars="intl_lang=en-us&#038;photo_secret=03fd8853c9&#038;photo_id=4034038051&#038;flickr_show_info_box=true&#038;hd_default=false" height="360" width="640"></embed></object></p>
<p><strong>*** Vejam mais <a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/sets/72157622639003524/">no meu flickr</a>, e aguardem a próxima parada. ***</strong></p>
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		<title>Santo Antônio e Jirau</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 23:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porto Velho, em Rondônia, recebeu, ao longo dos anos, diversas levas de migrantes. Esse fluxo é intermitente, e em geral ligado a planos nacionais de desenvolvimento, nascidos em sua maioria no Centro-Sul do país. Depois da madeira, da borracha e do ouro, é a vez da energia elétrica.]]></description>
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</object><br />
<strong>Paulo Fehlauer</strong></p>
<hr />
<p>Porto Velho, em Rondônia, recebeu, ao longo dos anos, diversas levas de migrantes. Esse fluxo é intermitente, e em geral ligado a planos nacionais de desenvolvimento, nascidos em sua maioria no Centro-Sul do país. Depois da madeira, da borracha e do ouro, é a vez da energia elétrica.</p>
<p>A notícia da implantação de duas usinas hidrelétricas no Rio Madeira &#8211; Santo Antônio e Jirau &#8211; levou o estado a um novo ciclo de suposta prosperidade. A cada dia, diversos ônibus trazem migrantes que vêm à cidade e aos distritos próximos em busca de emprego. Em distritos como Jacy-Paraná, loteiam-se áreas de floresta para ocupação e especulação imobiliária &#8211; a população do vilarejo praticamente dobrou em menos de dois anos. </p>
<p>Ao mesmo tempo, populações ribeirinhas tradicionais, acostumadas a retirar o sustento do rio e da terra fértil das suas margens, são desalojadas. O impacto humano e ambiental da construção de duas obras desse porte em plena Amazônia são em geral minimizados pelas empreiteiras e pelo poder público quando contrastados com os imensos benefícios que a geração de energia pode trazer ao país. </p>
<p>Viajei a Rondônia em agosto de 2007, antes do início das obras, para tentar entender um pouco melhor essa história. Meu relato sobre a viagem está no blog <a href="http://narua.org/new/2007/08/16/o-brasil-ao-longe-viagem-a-rondonia/" target="_blank">Na Rua</a>.</p>
<p><a href="http://garapa.org/tag/ensaios/">Veja mais ensaios fotográficos na nossa galeria</a>.</p>
<p><strong>Para saber mais:</strong><br />
- <a href="http://www.pagina22.com.br/index.cfm?fuseaction=reportagem&#038;id=70" target="_blank">Novo Porto Velho, matéria de Carolina Derivi, que me acompanhou na viagem, publicada na revista Página 22</a>;<br />
- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JItnnNdz3RM" target="_blank">Vídeo-propaganda sobre as usinas</a> &#8211; acredite se quiser;<br />
- <a href="http://www.riomadeiravivo.org/" target="_blank">ONG Rio Madeira Vivo</a>;<br />
- <a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/blog/eco/index28.shtml" target="_blank">Relatos da jornalista Carolina Derivi produzidos durante a viagem para o blog Eco Balaio</a>;<br />
- <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&#038;source=s_q&#038;hl=en&#038;geocode=&#038;q=porto+velho,+ro&#038;sll=37.0625,-95.677068&#038;sspn=52.815565,87.099609&#038;ie=UTF8&#038;ll=-8.93934,-64.075012&#038;spn=2.080936,2.721863&#038;t=h&#038;z=9" target="_blank">Um mapa para mostrar onde tudo isso acontece</a>.</p>
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