Durante seis meses, Tracy coletou esses links para uma seção do site chamada Company Spotlight, que traz, periodicamente, entrevistas com os responsáveis pelas empresas citadas. A nossa está na fila.
Passado o momento auto-promoção, a ideia desse post é chamar a atenção para os outros 69 links da lista. É interessante ver que praticamente todas as empresas citadas são “startups”‘; não há grandes corporações ou megaproduções. É a “cauda longa” de Chris Anderson, na prática.
Ah, Tracy pede que os leitores colaborem com outras iniciativas nos comentários. Fica a dica, portanto.
Podemos dizer facilmente que é o projeto mais grandioso que já ajudamos a construir, e os números traduzem bem essa grandiosidade: serão 100 entrevistas com protagonistas da cultura brasileira – gestores, produtores, trabalhadores – disponibilizadas em vídeo em uma complexa plataforma online e também publicadas em uma série de 5 livros, onde serão acompanhadas de 10 ensaios fotográficos.
Fernando Faro, criador do programa Ensaio, da TV Cultura, é um dos entrevistados do Produção Cultural no Brasil. Faro é personagem de um dos ensaios fotográficos do projeto.
O projeto é uma realização da Casa da Cultura Digital e da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, com orçamento obtido via Cinemateca Brasileira e Associação Amigos da Cinemateca, e foi executado por um “coletivo de empresas“, cada uma oferecendo a sua expertise.
O “prodcult”, como nos habituamos a chamar, tem como objetivo promover uma extensa reflexão sobre a produção cultural brasileira, seus imbróglios, peculiaridades e curiosidades. É praticamente um meta-projeto, considerando todas as questões envolvidas na sua própria produção.
Você chegou agora a este site, foi à página de vídeos e viu 100 rostos de pessoas que influenciam diretamente o que se denomina “cultura brasileira”. Algumas você vai descobrir, outras conhecer e entender melhor. Então poderá opiniar, apresentar a discussão a amigos, escrever reflexões, fazer novas provocações e agir. Se, com o passar dos dias, você e todos nós que orbitamos em torno desta plataforma tivermos uma noção mais complexa do que é a tal “cultura brasileira”, pronto, chegamos ao ponto. Fonte: Produção Cultural no Brasil.
Como nosso pé está fincado na fotografia, colocamos aqui como exemplo a entrevista do fotógrafo Thomaz Farkas, cujo trabalho, aliás, tem muito a ver com todas as questões, dificuldades e alegrias da tal produção cultural. Melhor deixar ele mesmo falar.
O projeto inaugura sua fase de testes com 23 vídeos. A partir de hoje, será disponibilizada uma nova entrevista por dia útil, até acabar o estoque. Veja, leia, comente, espalhe, divirta-se.
Nós também estaremos por lá, com a proposta de criar o que chamamos de “Inventário Coletivo” do festival (também conhecido como “o balaio”). Esse é o nome e o objetivo do nosso workshop.
Do que se trata?
A oficina tem como proposta teórica debater diversos conceitos pertinentes a essa era contemporânea – fluida, digital e interconectada. Apropriação, remix, Creative Commons, multimídia, rede, colaboração… são várias as “tags” (pra usar um termo próprio desse meio).
E como vai ser?
O workshop terá duas partes. A primeira tomará os dois primeiros dias (quinta e sexta). A ideia é a seguinte: vamos começar discutindo uma pauta conjunta, baseada no tema do festival: Inventários da Terra. O grande coletivo formado por todos os participantes então se distribuirá em subcoletivos, cada um pensando na sua forma particular de abordar o tema geral. Em seguida, todos sairão à caça do seu inventário, no formato que preferir.
Todo o conteúdo produzido (em foto, áudio, vídeo, texto, o que for) vai compor um grande “balaio coletivo”, que servirá de base para a edição. Nessa segunda fase, a única regra que colocamos é que cada coletivo utilize no seu trabalho algum conteúdo produzido por outro.
Os resultados da oficina serão publicados no blog do Paraty Em Foco, assinados por cada coletivo, e também na plataforma Garapa Lab, para a qual os participantes serão convidados.
A segunda parte vai acontecer nos dois últimos dias (sábado e domingo), mas não tomará os dias inteiros (afinal, tem muita coisa pra ser vista no festival). Os mesmos coletivos formados farão breves encontros a fim de aproveitar a dinâmica do próprio festival para gerar mais conteúdo para o blog. Esses encontros serão marcados de acordo com a agenda de cada grupo.
É isso. Dúvidas podem ser tiradas por aqui mesmo, nos comentários. As inscrições estão abertas, e podem ser feitas pelo site do festival.
Como, infelizmente, a oficina que daríamos no Dia do Espanhol acabou não acontecendo, resolvemos trazê-la para a nossa casa, aproveitando para transformá-la em um teste, um piloto de um projeto no qual pensamos já há algum tempo.
A oficina, chamada de “Narrativas Digitais” vai acontecer no próximo domingo, dia 4 de julho, aqui na Casa da Cultura Digital, sede da Garapa. Vejam abaixo as informações gerais e, caso interesse, inscrevam-se. As vagas são limitadas.
Oficina realizada em 2009 no FestFotoPoa, em Porto Alegre.
Número de vagas: 12 (a seleção será feita por ordem de inscrição)
Objetivos:
- Debater as possibilidades narrativas e de distribuição de conteúdo audiovisual no contexto das redes digitais.
- Promover a familiarização dos participantes com o trabalho em coletivo e com as ferramentas de produção e divulgação de conteúdo.
- Produzir três peças audiovisuais de curta duração que serão veiculadas no site da Garapa e ficarão disponíveis para download e distribuição on-line.
Público-alvo:
Estudantes e demais interessados pelo tema das narrativas digitais.
Obs.: Esta é uma oficina prática de familiarização, com foco nas possibilidades narrativas. Portanto, não espere formação técnica avançada ou grande carga teórica.
Dinâmica:
A oficina será dividida em três etapas: apresentação, captação e edição. Serão formados 3 grupos, a fim de explorar diferentes possibilidades narrativas. É importante (mas não obrigatório) que os participantes selecionados tragam câmera fotográfica digital (não precisa ser profissional).
UPDATE: Inscrições encerradas. Aguardem os resultados!
Reportagem multimídia interativa sobre a vila de Serra Grande, no litoral da Bahia, produzida para o Instituto Arapyaú de Educação e Desenvolvimento Sustentável. Nesse vídeo, Ivana de Souza, moradora da vila, lê uma carta que escreveu sobre sua terra natal.
Série de reportagens multimídia sobre os desafios enfrentados por São Paulo nos próximos anos. Produzido em parceria com o Instituto Arapyaú de Educação e Desenvolvimento Sustentável.
Produção de conteúdo multimídia para a seção Ponto de Vista da Revista Página 22, editada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas.
Peça multimídia baseada em pauta realizada para o Wall Street Journal sobre o muro construído pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro no morro Santa Marta.