Esse post é só uma isca. O que importa nele é o que esperamos que surja logo abaixo, na caixa de comentários. A ideia é espalhar a pergunta a diversos grupos que se auto-denominam coletivos – sejam artísticos, ativistas, o que for. É uma pergunta que sempre nos fazem e que, dada a ausência (felizmente!) de uma definição “aurélica”, repassamos agora a outros. A proposta, enfim, é abrir uma reflexão sobre o trabalho em coletivo e as possibilidades que se abrem nessa perspectiva.
Nossa resposta (se é que há uma) também deve aparecer em algum momento, mas vamos deixar a conversa rolar antes.
Aos coletivos, fiquem à vontade para responder como quiserem. Elaborando um pouco a pergunta, queremos saber o que, na opinião de vocês, os torna coletivos – quais as aspirações e motivações, como isso se reflete no cotidiano, no modus operandis etc.
OK? Agradecemos desde já.







