Documentário que acompanha os últimos dias em que o Edifício Mercúrio ficou habitado. O edifício, localizado no centro de São Paulo, próximo ao Mercado Municipal, foi desocupado pela Prefeitura em fevereiro de 2009, como parte do projeto de revitalização da área. O vídeo acompanha o ensaio fotográfico de mesmo nome.
INFO:
- Idioma: Português, sem legendas;
- Produção, captação, edição e plataforma web: Coletivo Garapa;
- Assistência de produção: Damyler Cunha.
- Trilha sonora: Panic Ensemble;
- Licença: Creative Commons BY-NC-SA.
Se você perdeu, ou se você nem soube, agora pode ver. O diretor do Plano MTV Sustentabilidade, Mauro Dahmer, colocou na rede alguns dos programas já exibidos. O Plano é uma série de programetes de 15 minutos que discute, no ritmo MTV, os diversos subtemas da tal sustentabilidade. Já falamos dele por aqui. Abaixo, um dos vídeos. Para ver todos, é só entrar no canal que criamos para o Plano MTV no Vimeo: http://vimeo.com/channels/planomtv.
A COP-15 foi um fracasso, mas dessa vez o mundo todo esteve de olho. Mesmo sem acordos, 2009 foi o ano da sustentabilidade.
Pelo menos para nós. “Sem querer, querendo”, viramos repórteres sustentáveis. A maior parte dos nossos projetos no ano passado girou em torno do assunto. Felizmente! Nada como ser sustentado por bons assuntos e boas histórias, não é mesmo?
Entre os trabalhos, está o Plano MTV Sustentabilidade, que finalmente foi ao ar. São 8 programas de 15 minutos de duração, que estão sendo transmitidos pela MTV toda sexta-feira às 21h45. A proposta do programa é juntar, naquele ritmo frenético MTV, um bate-papo entre jovens, entrevistas com especialistas e reportagens realizadas Brasil afora. Cada programa discorre sobre um subtema – ambiente, globalização, economia, política…
No Plano, ficamos com a “chata” tarefa de produzir imagens livres em todos os segmentos. Para quem perdeu os programas anteriores, e para quem quiser acompanhar os próximos e/ou participar do debate, o programa tem site e página no Facebook.
Postar do Amazonas não foi possível (Paulo falando); a conexão dos hotéis era ruim, pior ainda no interior do estado. O lado bom disso é que a viagem me permitiu desacelerar, sair do ritmo caótico paulistano e deixar o clima amazônico (quente, por sinal) me envolver.
Em Manaus, conversamos com Manoel da Cunha, seringueiro. Em seguida, partimos para Coari, no interior, e de lá seguimos pelo Solimões a caminho de duas comunidades no lago Mamiá. Viajar de barco pela imensidão amazônica é uma experiência que recomendo a todos.
De Coari, voltamos a Manaus em uma viagem que durou cerca de 20 horas (um trecho feito em uma hora de avião) em um barco “hotel” (aqueles em que as pessoas penduram suas redes). Foi ali que o tempo parou, fez refletir; dali surgiu a série de estudos abaixo, uma série sobre o tédio.
Tédio, nesse caso, não tem sentido pejorativo, mas o oposto disso.
*** Vejam mais no meu flickr, e aguardem a próxima parada. ***